Descubra como essas belezuras chegam na sua mão!

Foto: Reprodução/Tumblr

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A fantástica fábrica de esmaltes
A cada temporada, novas cores incríveis surgem e a gente não consegue parar mais de usar as unhas coloridas. Mas você já se perguntou como os tão adorados esmaltes são feitos?

A coleção
Antes de começar a colocar as máquinas em ação, as equipes das empresas que fabricam o produto estão mais preocupadas com as passarelas. É de lá (e do comportamento das pessoas nas ruas do mundo todo) que os profissionais começam a visualizar quais serão as cores que estarão em alta daqui uns seis ou nove meses, em média.

A produção
Um esmalte é composto por substâncias como solventes, resinas, plastificantes, aditivos e pigmentos. A resina tem a função de conferir aderência e durabilidade (agora a gente ama resina, certo?). Os solventes servem para diminuir a viscosidade do esmalte. E sabe aquele cheiro típico de salão de beleza? Ele vem dos solventes orgânicos, utilizados como diluentes e solubilizantes.

Os nomes excêntricos
As denominações das cores dos esmaltes surgem a partir de estudos com as consumidoras e manicures, e, é claro, aqueles nomes diferentes também precisam ter relação com o nome dado à coleção da marca. E tem mais: as empresas que fabricam esmaltes precisam checar se os nomes escolhidos já estão cadastrados. Se já estiverem, bora ter outra ideia!

No passado
Há mais de 3 mil anos antes de Cristo, as egípcias já usavam um esmalte feito de goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelhas, que tinha a cor preta. Com o tempo, os esmaltes passaram a indicar a classe social das pessoas. Os tons mais escuros eram usados pela nobreza. Cleópatra, por exemplo, amava um vermelho-escuro. Depois da Idade Média, no entanto, as mulheres eram muito mais recatadas e, daí, as unhas coloridas foram praticamente abolidas do look. As moças só davam um tapa na cutícula, lixavam e poliam. A modinha color voltou com tudo com o sucesso do cinema de Hollywood e, em 1925, foi lançado o primeiro esmalte de unha com um tom rosado. Daí em diante, o avanço da indústria só fez crescer esse mercado.

Quem deu as infos: Luciana Laurito, gerente de marketing da Mundial Impala

A fantástica fábrica de esmaltes
A cada temporada, novas cores incríveis surgem e a gente não consegue parar mais de usar as unhas coloridas. Mas você já se perguntou como os tão adorados esmaltes são feitos?

 

A coleção
Antes de começar a colocar as máquinas em ação, as equipes das empresas que fabricam o produto estão mais preocupadas com as passarelas. É de lá (e do comportamento das pessoas nas ruas do mundo todo) que os profissionais começam a visualizar quais serão as cores que estarão em alta daqui uns seis ou nove meses, em média.

A produção

Um esmalte é composto por substâncias como solventes, resinas, plastificantes, aditivos e pigmentos. A resina tem a função de conferir aderência e durabilidade (agora a gente ama resina, certo?). Os solventes servem para diminuir a viscosidade do esmalte. E sabe aquele cheiro típico de salão de beleza? Ele vem dos solventes orgânicos, utilizados como diluentes e solubilizantes.

 

Os nomes excêntricos

As denominações das cores dos esmaltes surgem a partir de estudos com as consumidoras e manicures, e, é claro, aqueles nomes diferentes também precisam ter relação com o nome dado à coleção da marca. E tem mais: as empresas que fabricam esmaltes precisam checar se os nomes escolhidos já estão cadastrados. Se já estiverem, bora ter outra ideia!

 

No passado
Há mais de 3 mil anos antes de Cristo, as egípcias já usavam um esmalte feito de goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelhas, que tinha a cor preta. Com o tempo, os esmaltes passaram a indicar a classe social das pessoas. Os tons mais escuros eram usados pela nobreza. Cleópatra, por exemplo, amava um vermelho-escuro. Depois da Idade Média, no entanto, as mulheres eram muito mais recatadas e, daí, as unhas coloridas foram praticamente abolidas do look. As moças só davam um tapa na cutícula, lixavam e poliam. A modinha color voltou com tudo com o sucesso do cinema de Hollywood e, em 1925, foi lançado o primeiro esmalte de unha com um tom rosado. Daí em diante, o avanço da indústria só fez crescer esse mercado.

 

Quem deu as infos: Luciana Laurito, gerente de marketing da Mundial Impala

Todo mundo fala que rir é o melhor remédio. Mas porque será?

Foto: Reprodução/Tumblr

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O riso é a resposta que damos ao humor. Muitos pesquisadores acreditam que rimos simplesmente para fortalecer as relações humanas, já que as risadas normalmente rolam quando as pessoas sentem-se à vontade umas com as outras. Existem três teorias que explicam porque sentimos vontade de rir. A primeira delas é a teoria da incongruência, que sugere que o humor ocorre quando a lógica é substituída por elementos que não combinam entre si. É por isso que uma piada se torna engraçada quando esperamos uma coisa e acontece outra. A segunda é a teoria da superioridade, que pode ser explicada quando rimos de situações consideradas erradas, estúpidas ou, até mesmo, a partir do azar da outra pessoa. A terceira e ultima é a teoria do alivio e o melhor exemplo disso é quando buscamos algo engraçado para amenizar um fato ou pensamento que nos faça sofrer.

Por fora
Quando rimos, 15 músculos faciais se contraem e o sistema respiratório é interrompido parcialmente, pois a entrada de ar, pela boca, ocorre de modo irregular. Quando a gente dá uma gargalhada das boas, até os dutos lacrimais são ativados. Já ouviu aquela expressão “chorar de tanto rir?”

Sim, rir é o melhor remédio
Ao perceber os movimentos do corpo se preparando para rir, nosso cérebro libera um neurotransmissor chamado endorfina, que é um analgésico natural – tira a dor e dá a sensação de bem-estar. O mais incrível é que a endorfina pode ser ativada sem que haja um motivo para rir. Basta rir (do nada) e você vai ter uma sensação agradável.      Depois de bater o dedinho do pé na quina da cama, tente rir pra ser se a dor não passa mais rápido! É tiro e queda. E é justamente por isso que muitos psicológicos sugerem a terapia do riso para pacientes com depressão, por exemplo. Com simples exercícios respiratórios  é possível conseguir rir e liberar essa substancia.

Por dentro
Os cientistas sabem que as emoções acontecem no lobo frontal, dentro do cérebro. Porém, a produção do riso está envolvida com varias regiões do cérebro, o que faz a risada ser produzida por um circuito que percorre varias áreas da cabeça. Quando rimos, aumentamos a quantidade de células que destroem tumores e vírus, assim como as células que produzem anticorpos. Ao mesmo tempo, a pressão arterial abaixa e ocorre um aumento na oxigenação do sangue. A risada oferece uma verdadeira aula de ginástica para o abdome, o aparelho respiratório, a face, as pernas e os músculos das costas.

Descubra quanto tempo leva para plásticos, vidros e outros se decomporem.

Decomposição do lixo

Se liga no tempo de decomposição de vários materiais e adote uma postura mais sustentável!
Foto: SXC

Já parou para pensar quanto tempo o lixo que você produz levará para se decompor? Veja só!

Alumínio - de 200 a 500 anos
Chiclete - 5 anos
Garrafa pet - 100 anos ou mais
Plástico - até 450 anos
Sacos e sacolas plásticas - 100 anos ou mais
Vidros - tempo indeterminado
Pneus - tempo indeterminado
Isopor - tempo indeterminado
Esponjas - tempo indeterminado

Por causa disso, nada como tomar atitudes mais sustentáveis, como separar o lixo de casa para reciclagem, não é mesmo, meninas?

Os sonhos melhoram a memória, turbinam o aprendizado e nos preparam para os desafios da vida. Saiba mais sobre o que acontece com você enquanto dorme

Mulher dormindo

Uma dica para lembrar dos sonhos: anote-os assim que acordar
Foto: SXC

Onde nascem os sonhos?
Durante a fase REM ("movimento rápido dos olhos", na sigla em inglês) do sono, o fluxo sanguíneo cerebral se intensifica e uma série de imagens toma conta do cérebro.
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Rir faz bem para o humor e também para a saúde. Entenda o que acontece com o seu corpo quando você dá boas gargalhadas e descubra motivos para rir cada vez mais

Katie Holmes e Malin Akerman

Katie Holmes e Malin Akerman estão fazendo um bem danado ao corpo enquanto dão risada

Existem três teorias que explicam por que sentimos vontade de rir. A primeira delas é a teoria da incongruência, que sugere que o humor ocorre quando a lógica é substituída por elementos que não combinam entre si. É por isso que uma piada se torna engraçada quando esperamos uma coisa e acontece outra.

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