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A Atrê te ajuda a planejar o seu sonho

Foto: Reprodução/Tumblr

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Já pensou em estudar em um daqueles colégios incríveis que aparecem em séries como Pretty Little Liars e Gossip Girl? É possível, girl! Com um planejamento bem feito, você pode ir fazer o high school no exterior e voltar para o Brasil com uma bagagem cultural gigante. Que demais, né? Dá só uma olhada nas nossas dicas e se jogue!

Aonde? 
São muitos os países que recebem estudantes de high school. Os mais baratos costumam ser os Estados Unidos ou Canadá, mas outros lugares como Inglaterra, África do Sul ou França também recebem alunos de diversas partes do mundo. Você pode optar por morar em uma casa de família ou em uma residência estudantil. O bom de viver com uma família local é que você vai aprender muuuita coisa sobre a cultura do país, além de poder praticar bem mais a língua, né? 

Quanto tempo?  
Dependendo do quanto você estiver disposta a gastar, é possível fazer os três anos de high school no exterior. O ideal é que o estudante fique, no mínimo, um semestre letivo estudando em uma escola gringa. 

Quanto?  
Um semestre de high school no Canadá, por exemplo, pode custar um pouco menos de R$ 30 mil, fora as taxas escolares e de atendimento. Nos Estados Unidos, o valor depende se for uma escola pública ou particular, podendo custar até US$ 14 mil por um semestre letivo. 

Como economizar?  
Casas de família costumam ser a opção mais barata pra quem vai fazer o high school no exterior. O ideal é fazer todas as suas refeições com os familiares. Além de poder trocar experiência com eles, você evita gastar almoçando ou jantando em um restaurante fora, por exemplo. Outra coisa muito importante: economize nas compras! Não se esqueça de que o seu investimento está sendo para ser revertido nos estudos, ou seja, evite se jogar no shopping e trazer o país inteiro nas costas, combinado? 
 

Saiba o que você precisa saber antes de embarcar para a melhor viagem da sua vida

Foto: Reprodução/Tumblr

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Aprender uma nova língua, uma diferente cultura e ainda turbinar o seu currículo para arrasar no futuro são apenas alguns dos benefícios que você tem ao fazer um intercâmbio. Mas, antes de embarcar na melhor viagem #ever, é importante ficar atenta com alguns cuidados essenciais. Espia só!

1- Antes de tudo, procure uma agência de confiança que possa te assegurar de que tudo vai dar certo na sua viagem. Assim que achar alguma bacana, procure ler relatos de intercambistas que foram viajar com a instituição para checar se tudo realmente deu certo.

2- Existem vários tipos de intercâmbio. Você pode viajar para fazer um curso, o high school ou até mesmo para trabalhar em uma casa de família como Au Pair. Procure se informar sobre o que mais tem a ver com o seu perfil e o que mais vai lhe agregar para o futuro antes de fechar qualquer coisa, ok?

3- Se informe sobre a o país que você passará os meses de intercâmbio. Veja se você realmente se adaptaria e se tudo sairá como planejado, como é a cultura e o modo de se vestir deles, a comida... Estar bem informada sobre o local é essencial! ;)

4- Se optou por passar os meses em uma casa de família, procure saber sobre o histórico deles com intercambistas, se eles recebem bem os turistas, como será o esquema com alimentação, os horários que eles permitem que você saia para se divertir, se você terá que trabalhar na casa deles...

5-Antes de fazer as malas, faça uma lista com as coisas que não poderão faltar na sua viagem e vá checando tudinho, conforme for colocando os itens dentro da mala. Tome cuidado para não levar muita coisa, já que a probabilidade de você comprar roupas ou acessórios durante o intercâmbio é grande, o que pode acabar não cabendo na mala na hora de voltar, ok?

6-Se possível, opte ir para uma cidade em que encontrará poucos brasileiros. Se o seu objetivo é aprender a falar outra língua, deve fazer amizades e ter contato com pessoas que falam este novo idioma, certo? Assim, você aprenderá bem mais fácil.

7-Assim que decidir fazer o intercâmbio, se informe se o país que vai te receber exige o visto. Se sim, corra atrás e providencie o seu visto de estudante o mais rápido possível, ok? Assim, você não precisa ficar correndo atrás disso de última hora, né?

A Raissa conseguiu ter uma experiência bem completa em sua temporada nos Estados Unidos, morando primeiro em casa de família e depois em uma república. Conheça a história dela e descubra qual opção mais tem a ver com você.

Foto: Shutterstock

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“Lembro-me de ter decidido que faria intercâmbio para os Estados Unidos de tanto ver lugares e costumes do país nos filmes. Meu sonho era fazer parte de um verdadeiro high school americano. No embarque, meus pais choraram muito e isso me fez sentir um medinho. Cheguei a pensar em parar com aquela ideia ali mesmo, no aeroporto, mas segui em frente.

Quando cheguei aos EUA, a família William (que me ‘adotou’ durante o tempo em que fiquei lá) me esperava no saguão com balões e flores, uma graça! No primeiro dia me senti confusa, triste, feliz, e como se soubesse falar todas as línguas do mundo, menos o inglês. Que dificuldade eu tive! Ainda bem que ela foi passando com o tempo.

No início eu não sabia o que faria para me enturmar com os alunos da escola onde fui estudar. Não era como falar com alguém aqui no Brasil em seu primeiro dia de aula, ou pelo menos eu pensava que não. Mas eles estavam tão curiosos para saber sobre a minha vida, se eu falava espanhol ou ‘brasileiro’ que, com o tempo, tudo foi se encaixando. Entrei para o clube de teatro, dança (por eu ser brasileira, eles amavam como eu dançava), depois para o time de corrida (até hoje não acredito que fiz isso!) e fui auxiliar da biblioteca, onde fazia coisas como entregar o jornal aos professores, ajudar as crianças a escolherem os livros e dar os recados matinais. Não peguei nenhuma matéria de Exatas, mas só pude escolher tirá-las do meu horário por já ter terminado o ensino médio no Brasil. Como estava na turma dos alunos do último ano na escola, fui ao baile de formatura, e era exatamente como via em filmes, mas não tão animado quanto. 

Foto: Arquivo Pessoal

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Tudo era muito legal e diferente. É claro que tive decepções, mas eu colocava em mente que era tudo parte da experiência, e realmente era. Já tinha uma ideia sobre a cultura americana, não era a minha primeira vez no país, mas visitar e morar são coisas totalmente diferentes. Costumes, opiniões... Isso tudo você não sabe quando é só um turista. Os William’s eram muito religiosos e eu sempre os acompanhava, por isso ia três vezes por semana à igreja. Eu também tentava trazer um pouco do Brasil para eles: fiz brigadeiro, contava sobre a vida aqui e, no fim das contas, eles amaram por parecer que sempre tínhamos feriados e por ser um país bonito.

Depois de seis meses saí de Arkansas e fui para a Califórnia, onde morei dois meses em uma república com estudantes do mundo inteiro e estudava em uma escola onde tinha só aulas de inglês. A minha roommate (colega de quarto) era brasileira também e, desde o início, nos demos muito bem. Ela me tratava como uma filha devido à diferença de idade, mas nos divertíamos juntas como irmãs. Pensei que morar sozinha seria melhor do que em casa de família, pela liberdade que eu teria, mas então percebi que lavar louça, lavar roupa, controlar o dinheiro e fazer comida eram responsabilidades maiores do que morar em família. O importante é que eu pude experimentar os dois lados e ambos têm os seus prós e contras. No final, posso dizer que foi a melhor experiência do mundo. Ser intercambista é realmente mágico!”

A Milena, de 18 anos, passou 3 meses em Barcelona e te conta tudinho agora!

Foto: Arquivo Pessoal

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“Lá estávamos nós: eu, minha mala e meu ‘portunhol’, desembarcando sozinhos em um aeroporto do outro lado do mundo. O que pensar dessa garota de 15 anos que decidiu passar três meses com uma família de desconhecidos na Espanha? Louca? Bem, eu prefiro dizer corajosa e sonhadora.

Foi por volta de agosto que tive a ideia de fazer intercâmbio. Muita gente, incluindo meus pais, estranhou a escolha da Espanha como destino. O que passou pela minha cabeça nessa hora foi o fato de que a maioria dos brasileiros pensa que sabe falar espanhol, mas é exatamente nesse cenário que a fluência no idioma se torna um diferencial. A decisão por Barcelona foi uma sugestão da agência de intercâmbio e acabou se encaixando muito bem no que eu planejava.

Foto: Arquivo Pessoal

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A hora da partida é sempre um pouco triste, mas nas primeiras horas de voo já pensava mais no que iria encontrar lá do que no que deixei por aqui. Dá um frio na barriga desembarcar no aeroporto e não ver nenhum rosto conhecido, alegre em te ver chegar. Mas daí você encontra uma plaquinha com seu nome! Não é a mesma coisa, claro, mas já é reconfortante ter o serviço de transfer que te leva até a casa onde, certamente, você encontrará pessoas felizes com a sua chegada.

Barcelona é uma cidade com muita coisa para ver, muita mesmo. Uma das coisas mais gostosas de estar morando em uma cidade tão vibrante é poder inventar sua versão de um roteiro turístico a cada dia. O transporte público é supereficiente e te deixa nas proximidades de qualquer ponto turístico. Além disso, se quiser seguir a pé, a cidade terá sempre algo de novo a te mostrar a cada esquina.

Vale lembrar que na Espanha nem tudo vai às mil maravilhas. Existem diversos conflitos étnicos dentro do país. Barcelona está na região da Catalunha, a mais rica e próspera da Espanha, e isso intensifica o orgulho do povo catalão. Porém, os atentados terroristas de grupos separatistas já não preocupam mais, depois que tratados de paz foram firmados. O povo, então, preferiu um meio pacífico e eficaz de demonstrar seu amor: manter a cultura catalã viva e notável aos olhos do mundo.

Vivendo em Barcelona, é instantânea a percepção da presença da língua catalã, falada em todas as casas, na televisão e nas igrejas – que, aliás, têm horários diferenciados para rezas em espanhol e em catalão.

Foto: Arquivo Pessoal

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É verdade que dá um pouco de medo encarar o desconhecido, mas as experiências de se viver em um lugar novo e ter de redescobrir desde como se compra o pão na padaria até como se faz um voo de conexão, são impagáveis. As amizades são essenciais a todos os viajantes e é exatamente este apego necessário que torna os laços conquistados duradouros, mesmo depois da volta para casa. E para quem ainda não se convenceu, fica uma frase, da qual não me recordo o autor: ‘A vida não é sobre quantas vezes você respirou, e sim sobre os momentos que tiraram o seu fôlego’.”

Com o au pair, você vai estudar fora por um preço bem mais em conta

Foto: Shutterstock

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Se você sonha em fazer intercâmbio, mas não tem tanta grana para desembolsar, a sugestão é optar pelo Au Pair. O programa costuma ser bem mais barato do um intercâmbio comum e te proporciona uma experiência simplesmente incrível.

O Au Pair consiste em um intercâmbio em que você trabalha em uma casa de família, cuidando de crianças, e ainda ganha por isso. A bagagem que você ganha é incrível, já que a intercambista vive na casa de uma famílis estrangeira e fica por dentro de todos os seus costumes, né?

A Preparação
O preparo para um intercâmbio deve começar antes mesmo da inscrição. Normalmente, as agências pedem experiências comprovadas com crianças e que você fale, no mínimo, o básico do inglês. Então, procure ter todos os documentos certos e a experiência exigida toda certinha. Peça para aquela tia que acabou de ter um filho para cuidar do bebê por um tempo. Assim, ela pode assinar a comprovação de que você é experiente com os pequenos.

O Durante
Procure ser bem sincera na sua carta de apresentação, pois é através dela que as famílias vão te escolher ou não para cuidar de seus filhos. Se preferir, pode optar por fazer um vídeo toda sorridente e simpática e mostrar o quanto está interessada no programa. Se alguma família te escolher, procure saber sobre a reputação e o dia a dia deles aqui mesmo, antes de embarcar. Nada de desespero e ansiedade: se você escolher uma família que não seja tão bacana, vai ter que ficar trocando quando já estiver no país, o que não é bacana.  

Quando estiver no Au Pair, procure demostrar interesse e carinho pela família. Por exemplo: em datas festivas, como Natal, que tal dar um presente ou um cartão para a sua nova 'mãe'? E seja sempre pró-ativa. Mesmo quando estiver nos horários de descanso, mostre que está a disposição deles caso precisem. Faça parte da família o máximo que conseguir! 

E aí, se animou para ser uma au pair? Caso tenha dúvidas, agências como a Cultural Care ou STB podem te dar maiores informações. Arrasa! ;)

A Suíça é famosa por seus chocolates deliciosos, mas a Natalie, que viajou para lá, descobriu algo muito mais doce: fazer novos amigos, de todos os cantos do mundo. Vem ler a história dela!

Foto: Arquivo Pessoal

Natalie com os amigos na Suiça | Foto: Arquivo Pessoal

Fiz intercâmbio para a Suíça em julho do ano passado e foi uma das melhores viagens que eu já fiz!

Saí de casa às 4 da manhã e fui para escola com minhas amigas, pois lá pegaríamos um ônibus que nos levaria até o aeroporto para embarcarmos. Já na Suíça, vários inspetores estavam à nossa espera. Eles eram superlegais e me fizeram sentir à vontade. Pegamos um ônibus e fomos ouvindo músicas de vários países até chegarmos à nossa nova casa, que ficava no município de Leysin (distrito de Aigle, a 129 km da capital, Berna).

Eu não estava esperando conhecer tanta gente de diferentes países… Tinha muitos russos, árabes, canadenses, alemães, italianos, mexicanos, franceses e até pessoas de nacionalidades de alguns países que eu nem sabia que existia. Logo na primeira noite eu já estava rodeada de amigos, me preparando para ir à festa de boas-vindas! Depois de aprender a dançar ritmos árabes com meu amigo Ali, fui para meu quarto. Quando entrei, minha colega de quarto, Daria, estava arrumando suas coisas. Ela é russa e é uma das melhores pessoas que eu já conheci. Eu estava morrendo de medo para conhecer minha colega de quarto, porque eu não sabia como ela era ou se ela ia gostar de mim… Mas no final, ela se tornou uma das minhas melhores amigas e eu falo com ela até hoje, mesmo estando em países diferentes.

Antes das atividades começarem, era preciso escolher as aulas que gostaria de fazer durante a semana. Tinha aula de culinária, hipismo, vôlei, tênis, dança, fotografia, direitos humanos e muito mais. Para o período da manhã, eu escolhi fazer Artes 3D, Francês, Fotografia e Direitos Humanos. Foi superlegal. Todas as segundas e quartas fazíamos uma coisa chamada Family Trip, que são excursões para conhecer melhor a Suíça ou se divertir em algum lugar de lá. Eu fui a parques aquáticos, museus, shoppings e outros lugares bem divertidos, pois tudo na Suíça é muito bonito!

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal

Eu sinto muita falta de lá… Sinto falta dos amigos que fiz, das comidas diferentes, das noites temáticas, das festas, dos passeios e das noites em que fazíamos festa do pijama. Era muito legal! Acho que quando você pensa em fazer intercâmbio em algum país, logo de cara você fica com medo e pensa que não vai fazer amigos… Mas é totalmente ao contrário. No primeiro dia você já fica cheio de amigos e pensa em não ir embora nunca. Se pudesse, ficaria lá um ano inteiro!

Achei muito importante essa experiência porque eu melhorei muito o meu nível no inglês e aprendi diversos conteúdos em minhas aulas ‘diferentes’. Eu me lembro de tudo o que aprendi. Aprender coisas novas e assistir a aulas naquela escola foi muito prazeroso. Espero fazer intercâmbio novamente algum dia!

Agradecimento: Escola Internacional de Alphaville – www.escolainternacional.com.br

Quer fazer intercâmbio, mas não pode ouvir falar em frio? Então conheça a história da Fernanda, que passou uma temporada inesquecível e ensolarada na Austrália!

A viajante: Fernanda Felix Binati
Origem:
São Caetano do Sul, SP
Destino:
Perth, Austrália
Duração da viagem:
seis meses

Foto: Arquivo Pessoal

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“Por onde começar a contar uma aventura tão grande? Lembro exatamente de como estava me sentindo quando cheguei à Austrália: desembarcando no aeroporto naquele dia quente e ensolarado, percebi o quão longe do Brasil estava, mas não pensei nem por um minuto em desistir. Estava certa de que queria estar lá, naquele momento, mesmo longe de casa e não entendendo nada do que estavam falando pra mim! Demorei bastante até conseguir lidar com aquele sotaque australiano.

Enfim, me acomodei numa casa de família, chamada de host family, e fui conhecendo meu novo bairro e escola. Também comecei a perceber as diferenças de rotina, como, por exemplo, ter o jantar como a principal refeição em vez do almoço, ou pegar transporte público que é programado para passar em horas exatas durante o dia (e são superpontuais!). Também tive de respeitar as regras da casa, tal como lavar a louça, arrumar o quarto, lavar e passar minhas próprias roupas) e tudo mais.

Foto: Arquivo Pessoal

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Eu ia para a escola às 7h e saía às 15h. O primeiro dia de aula foi demais! Fiquei muito perdida, mas logo a professora me apresentou para algumas meninas e já comecei a me enturmar. Peguei minha timetable (uma tabela que informa os horários das aulas) e, por ser um intercâmbio de 6 meses, pude escolher matérias mais divertidas como fotografia, esportes em geral, dança, ciências, inglês e técnicas de camping. Mas na minha escola tinha até aviação! Sério, fiquei passada quando vi um helicóptero pousando no gramado da escola, foi sensacional!

Nos primeiros meses não senti tanta falta do Brasil, pois tudo era novo! Casa nova, vida nova, pessoas novas, amigos novos. Eu via tudo aquilo como um desafio, e estava passando por uma nova fase e não poderia perder tempo chorando ou lamentando coisas que deixei para trás, pois sabia que tudo que tinha deixado aqui estava do mesmo modo. Uma das minhas dificuldades foi com a primeira família com quem fui morar, então, não hesitei em contatar a agência que me deu suporte para trocar de casa. A segunda host family me recebeu muito bem, e tudo deu certo até o fim da minha jornada na Austrália.

Foto: Arquivo Pessoal

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Enfim, foram muitas coisas vividas e aprendidas. Aquele calor, aquele mar, aquela energia me fazia levantar da cama todos os dias para viver cada segundo que tinha a mais na Austrália! E não perdi tempo e até um romance eu vivi lá! E foi maravilhoso [risos]. Para quem quer ir pra lá, aqui vai uma dica: esteja segura daquilo que quer, e quando estiver lá, respeite o que os outros têm a oferecer. Fora isso, se jogue!”