A Jullia passou apenas um mês na Inglaterra, mas voltou com tanta história para contar... E mais: antes de chegar à terra da rainha, ela ainda deu uma passadinha em Paris. Achamos chique!

Foto: Reprodução/Tumblr

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“Como resumir em palavras o melhor mês da minha vida? Missão difícil, mas vou tentar! Antes de completar 15 anos, eu queria fazer um intercâmbio, porém meus pais não concordavam. Passei um ano inteiro tentando convencê-los, fui a palestras, eventos, agências e... nada. Até que um dia li em um blog um texto sobre um Programa de Intercâmbio Teen da CI. Levei minha mãe a uma loja da operadora e ela adorou! A partir daquele instante eu tinha que correr: faltavam apenas dois meses para o tão esperado dia da viagem.

No dia do embarque, foi difícil, mas eu sabia que logo estaria de volta. Dentro do avião parecia que as horas não passavam. Assisti a filmes, joguei no celular, cochilei e nunca chegava. Até que cheguei a Paris, onde fiquei quatro dias. Fui ao Rio Sena, à Catedral de Notre Dame, ao Museu do Louvre, à incrível Champs-Élysées, ao Palácio de Versalhes, à Euro Disney e à Torre Eiffel.

A viagem pra Londres foi rápida. Quando cheguei, fui direto conhecer a minha host family e já tive um choque, pois o sotaque deles é muito estranho. Em casa tive outra surpresa: tinham mais três intercambistas, uma da Espanha, outra da Ucrânia e uma do Brasil. Fiquei superfeliz!

No dia seguinte, começaram as aulas. Eu estudava de manhã e à tarde praticava esportes na escola ou passeava pela cidade. Conheci todos os pontos turísticos: Palácio de Buckingham, St. James Park, Big Ben, Basílica de Westminster, Greenwich Park, Oxford Street, museu Madame Tussauds, entre tantos outros. Visitei cidades vizinhas também, como Oxford, uma cidade universitária, e Brighton, cidade praiana que tem um píer MA-RA-VI-LHO-SO.

Logo na primeira semana bateu saudade da família. Era só chegar em casa que eu já começava a chorar, ligava para a minha mãe e ficava conversando com ela durante horas. Mas logo passou, pois me lembrava do quanto lutei para chegar ali. E a partir da segunda semana, comecei a aproveitar cada momento como se fosse o último.

Aos fins de semana eu saía com a minha host family. Ia tomar café da manhã nos tradicionais pubs ingleses ou então ficava em casa comendo churrasco, conversando com a galera sobre várias coisas como futebol, cultura e música.

No meu último dia, minha mãe fez uma festinha e convidou algumas amigas para ir à nossa casa. Ficamos conversando a noite toda – aprendi a falar russo, espanhol e italiano! Conversamos e rimos durante horas. Até que chegou a hora de dizer adeus. Foi muito difícil, chorei demais! Confesso que deu vontade de ficar, mas sabia que minha família estava me esperando aqui no Brasil!”