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Conversamos com as fofas Gabie Fernandes e Thalita Meneghim e descobrimos várias curiosidades sobre o canal Depois das Onze. Vem ver!

Bate-papo com Gabie Fernandes e Thalita Meneghim, do canal Depois das Onze

Foto: Divulgação

E aí, Atrê. Tudo bacana? É impossível ler esta frase e não pensar... Nas meninas do canal Depois das Onze, claro! Como estava mais do que na hora de aparecerem por aqui, batemos um papo com as youtubers Gabie Fernandes e Thalita Meneghim e falamos sobre a peça, o canal e até o bordão mais famoso da internet!

Como vocês se conheceram e tiveram a ideia do canal?

"Nos conhecemos em um trabalho como atrizes para uma emissora local de Santa Catarina. A história do surgimento do canal é uma das coisas que a gente conta na nossa peça, Tudo Bacana!. Mas nós sempre quisemos fazer algo juntas, por sermos melhores amigas, e o Depois das 11 foi a realização disso"

Uma coisa que pegou muito entre as meninas foi o “tudo bom?” que vocês falam. Vocês imaginavam que teria essa repercussão?

"É até engraçado, porque a gente falava muito isso entre nós. Era uma piada interna que começamos a usar demais no dia a dia. O “tudo bom?” servia pra qualquer coisa [risos]. Mas aí os inscritos começaram a usar também e virou um dos principais bordões do canal. A gente adora ter essa linguagem única com os bacanas, nossos fãs/amigos!"

Quando vocês começaram, em 2013, já pensavam em levar o canal para o teatro?

"Sim. A peça, na verdade, foi o nosso primeiro sonho! Já éramos atrizes e trabalhávamos na área antes do canal, então é um sonho antigo. Conseguir levar o canal para o teatro foi uma realização para nós duas e para toda a equipe que trabalha com a gente". (Para saber por onde a peça vai passar e como comprar os ingressos, clique aqui

Conversamos com o Matheus Dias e descobrimos tudo sobre a experiência do boy na TV

Confira uma entrevista com o Matheus Dias, o Júnior de Malhação

Foto: Divulgação | Globo

A temporada de Malhação: Pro Dia Nascer Feliz está chegando ao fim! Conversamos com o ator Matheus Dias, que interpetou o Júnior na novela. Olha só: 

Quais foram os maiores desafios para viver o Junior em Malhação?

Eu sempre tive muita certeza do que eu queria, mas a pressão do primeiro trabalho me fez sentir medo logo no começo. Tinha receio das cenas de vôlei e das cenas com os atores veteranos, mas aos poucos fui vendo que não era nenhum bicho de sete cabeças. A dificuldade até então eram as cenas onde eu tinha que jogar vôlei.

No que você mais se identifica com o Junior?

Ele é um menino sonhador, tímido e um amigo para toda hora. Acho que esse jeito simples e leve do Junior ver o mundo, levei um pouco de mim pra ele e deu certo. Se reparar em quase todas as cenas o Júnior estava com um sorriso largo estampado no rosto e as pessoas falam que ele passa uma coisa muito boa. Procuro ser assim no meu dia-a-dia.

Quais são suas maiores diferenças?

Em alguns momentos ele se calava em algumas situações, tudo bem que em vários desses momentos era o sustento dele e de sua mãe que estavam em jogo. Mas se eu ouvisse os comentários racistas da Stela eu não me calaria.

Seu personagem sonha em ser jogador de vôlei profissional. Você já praticava esse esporte antes da novela?

Eu jogava futebol como goleiro até os 11 anos e depois parei. Pouco antes de começar a novela, comecei a fazer aulas de vôlei. Nunca havia praticado.

Em certo momento da trama, o Junior foi vítima de racismo. Você já passou por algo parecido? E qual conselho você dá para jovens que estão sofrendo com o racismo atualmente?

Nunca passei por nada parecido, mas tenho amigos que já passaram. O conselho que dou, é para que nunca se calem a esses absurdos. Racismo é crime, denuncie

3 coisas que você faz para o dia nascer feliz.

Eu gosto de dormir bem, ver sorriso da minha irmãzinha e estar com a minha família.

Quais são seus próximos planos para a carreira?

Agora quero estudar mais e correr atrás de novos trabalhos, fazer teatro, cinema e colocar alguns projetos em prática com meus amigos.

Conversamos com a Taciele Alcolea e descobrimos vários segredinhos inacrês sobre a girl. Vem ver!

Bate-papo exclusivo com a Taciele Alcolea

Foto: Bo Campos

Quem vê a Taciele Alcolea arrasando e comemorando seus mais de 2 milhões de inscritos no canal do Youtube, mal consegue imaginar que para chegar até aqui ela teve de superar muitos dos seus medos.Tá precisando de um empurrãozinho para fazer o mesmo e seguir atrás dos seus sonhos? Então, confira esse bate-papo exclusivo e vem se inspirar nela!

Taci, vamos começar bem do início. Por que você decidiu ter um canal no YouTube?

Porque eu sempre gostei de me comunicar. Eu trocava cartas, era uma coisa muito louca, gostava de criar novas amizades. Quando criei o Orkut [rede social parecida com o Facebook], a galera começou a pedir para ouvir a minha voz. Diziam: ”Taci, grava um vídeo”, querendo me conhecer melhor e saber como eu era. E aí surgiu a ideia do YouTube! E eu gostei tanto daquilo, eu falava: “Caramba, posso compartilhar tanta coisa com pessoas diferentes, as pessoas acabam me conhecendo e eu posso ter tantos amigos”. Fiquei tão empolgada com a ideia que eu continuei fazendo e gravando vídeos sempre. Liberava vídeos dia sim, dia não. Não importava o que acontecia, eu sempre seguia aquilo. Mesmo antes de ganhar qualquer dinheiro já fazia porque gostava muito!

E em nenhum momento você ficou com medo do que as pessoas fossem pensar?

Ah, eu sempre fui muito tranquila com tudo! Eu andava inteira de rosa na faculdade, com uma câmera na mão, ficava filmando tudo. Tinha muito julgamento da galera, dos professores. E não vejo maldade porque se fosse eu, talvez também desse risada, porque as pessoas são assim. Eu tinha essa consciência, era muito feliz daquele jeito e não queria deixar aquilo por nada, então pensava: “Ah, tudo bem que as pessoas estão rindo, eu sou assim”. E eu dava risada junto, entrava na brincadeira. Talvez as pessoas fizessem muito bullying comigo, mas eu não olhava aquilo como um bullying, falava: “É normal, as pessoas vão rir, as pessoas vão falar”. O ser humano é assim. Então não era uma coisa que me incomodava. E eu nunca pensei em largar, nunca tive vergonha. Claro que, às vezes, eu não penso em quantas pessoas vão me assistir. Se você pensar nisso não consegue nem falar, fica com medo de dizer qualquer coisa errada ou fazer algo que não é legal. Então tento nem pensar!

Por que você acha que as meninas se identificam tanto com você?

Acho que é uma coisa muito real, sabe, então elas se identificam com o meu jeito. E elas também acompanharam a minha vida pelo canal. Quando elas me conheceram eu era uma garota que estava indo para a faculdade, trabalhava, tinha uma vida normal, e daí elas me viram gravando tudo aquilo, toda a minha família, eu era uma pessoa cheia de medos, tinha síndrome do pânico, sofria de várias coisas, tinha medo de atravessar a rua, e, de repente, estou morando em São Paulo. A minha vida se transformou demais nesses últimos três anos, muita coisa mudou. Então é legal, eu sinto que rola um incentivo para as meninas. E é uma coisa que sempre falo nos meus vídeos: se eu consegui, você também consegue. É muito isso, se deu certo pra mim então vai lá que também vai dar certo com você!

Tem alguma coisa nessa vida de youtuber que ainda a assusta?

Muitas [risos]. Ser convidada para coisas diferentes, por exemplo. Fazer matéria para revista é uma coisa que nunca passava pela minha cabeça. Então eu fico sempre muito empolgada! Receber convite pra participar de programa na televisão e fazer encontrinhos com leitoras é também uma coisa que ainda me choca. Eu sempre choro! Meu Deus, como isso aconteceu, sabe? Nossa, encontrar essas meninas, chegar lá e ver que elas me abraçam, contam histórias, falam que eu sou a companhia delas, que eu as incentivei, que mudei a vida delas... Isso sempre me deixa chocada e acho que isso nunca vai mudar.

Qual foi a sua maior conquista até agora?

Eu acho que a minha casa foi a maior delas, mas, não sei, tem tantas coisas. Teve algo que me marcou esses dias. Quando tinha 12 anos, fui à casa de uma amiga e a mãe dela tinha ganhado um carro. Eu sentei no carro, ele era novinho, aí disse: “Que carro lindo! Um dia vou trabalhar e ter esse carro”. E daí eu comprei o carro esta semana. Foi muito marcante pra mim. Trabalhei muito para conseguir, não foi uma coisa fácil, mas como que pode uma coisa tão simples de adolescente marcar tanto? Aquilo me motivou!

Você já imaginou quais são as situações mais engraçadas que os youtubers já passaram fora das câmeras? Não? Então, vem com a gente!

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Você sabe tudo sobre o Leo Bacci, do canal Bom Dia Leo? Conversamos com o boy e descobrimos 3 curiosidades sobre ele. Quer ver?

3 curiosidades sobre o Leo Bacci

Foto: Reprodução | Instagram

É impossível não rir com as histórias que o Leo Bacci conta em seu canal, o Bom Dia Leo. Ainda não conhece ele?! Então, confira 3 curiosidades sobre o youtuber, cooorre para o canal dele e, depois, conta pra gente o que você achou!

#1 Como surgiu a ideia de escrever o Bom Dia Leo – O Livro?

Nunca pensei que seria autor de um livro! Na verdade, a editora viu os filhos rindo dos meus vídeos, então, ela também foi conferir, achou que poderiam surgir várias histórias engraçadas e veio falar comigo. Eu disse que não escrevia, mas ela me convenceu de que eu “escrevia falando” [risos]. Fechei na hora! É meio clichê, mas sinto que foi o livro que me encontrou, sabe?

#2 Quais dúvidas você mais recebe das meninas?

Elas me perguntam bastante sobre relacionamento e enviam situações como “briguei com o paquera porque estava conversando com o meu melhor amigo”, ou “Leo, se eu beijar uma menina na frente dele, ele vai ter mais vontade de me beijar?”. Há muitas dúvidas que acabo transformando em temas ou que entram em alguma parte do vídeo.

#3 No final dos vídeos, você sempre deixa claro que tudo não passa de uma brincadeira.Você já teve problema com alguns viewers?

Hoje em dia as pessoas se doem muito fácil! Você fala um “a” e a galera leva ao pé da letra. Por isso sempre peço para não me levarem tão a sério e para ninguém se chatear. Quem está no começo do canal precisa se preparar para esses comentários. As pessoas com certeza vão criticar porque você é nova e ninguém a conhece. No meu primeiro vídeo, tinha um comentário assim: ‘MORRE!’ [risos]. Você se expõe, mas quem comenta pode se esconder atrás de qualquer imagem ou nome, né? Então, criticar é muito fácil.

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Volta, Ed! Já está com saudade do ruivinho mais amado #ever? E se dissermos que batemos um papo superexclusivo com o gato, que falou sobre os amigos famosos e as fãs brasileiras? Sonho? Que nada! Vem ver!

Texto Redação | Foto: Shutterstock

Ed Sheeran no show

Foto: Shutterstock

Você esperava que as fãs brasileiras fossem tão apaixonadas por você?

Eu estava esperando que as pessoas fossem carinhosas comigo, mas não esse amor todo que eles têm demonstrado. Isso é algo novo pra mim.

Você aprendeu alguma palavra em português?

Pouco. Aprendi a falar “oi”. Tentaram me ensinar várias coisas, mas eu havia bebido um pouco, então acabei esquecendo [risos].

No show as fãs brasileiras gritam sem parar “Ed, eu te amo”. Você sabe o que significa?

“I love you?” [diz o fofo em dúvida, mas quando digo que está certo ele abre um sorrisão]. Agora também sei falar “eu te amo”!

Em entrevista, Taylor Swift disse que se sente humilhada com as piadinhas sobre os seus relacionamentos. Como amigo, você se sente meio protetor dela nesses momentos?

Sim, e acho que a forma que posso ajudá-la é dizendo a verdade sobre ela para as pessoas, que é uma garota muito legal e não gosta disso.

Se você pudesse dar um presente para cada uma destas pessoas, o que seria?

Harry Styles: uma headband, eu acho!
Taylor Swift: mais um gato!
Demi Lovat o: não sei, não a conheço tão bem, mas acho que daria um livro.
Shawn Mendes: provavelmente um violão.
Justin Bieber: que difícil, ele tem tudo... Não sei.

Revista Atrevida | Ed. 250

Em um dos cenários que também foi usado no filme anterior, Shailene Woodley entrou para bater um papo com a Atrê!!! Vem ver

Texto Redação | Foto: Divulgação

Shailene Woodley

Foto: Divulgação

Em um dos cenários que também foi usado no filme anterior – a cela em que Peter e Quatro ficam presos, quem lembra? – Shailene Woodley entrou para bater um papo com a gente, interrompendo um pouquinho as filmagens de "Convergente". O resultado desse tempo precioso com a Tris Pior você vê agora!

Os desafios de Tris ficam mais tensos a cada filme. Você sente que ela está mais forte ou mais traumatizada?

Nesse filme, não exploramos tanto o lado emocional e psicológico do que ela precisa enfrentar na vida. Mas percebemos que sua fome por justiça e igualdade realmente aparece!

Em Insurgente, Tris estava lidando muito com a culpa e a raiva. E agora?

Acho que ela ainda sente um pouco de culpa neste filme, porque toma uma decisão que não é necessariamente a melhor e pode comprometer a segurança de quem ela ama. Mas acho que em Insurgente ela estava sofrendo mais de estresse pós-traumático do que desta vez.

Quando você aceita fazer um papel como este, está se comprometendo com três ou quatro filmes. Como se sente com isso?

O bonito de fazer uma série é criar uma família. Especialmente com esse grupo de atores. É tão especial ver a carreira de todos decolando! Trabalhei com Miles anos atrás e agora vejo seu sucesso. Theo e Ansel também têm vários filmes saindo em breve. É legal um apoiar o outro e também nos sentirmos à vontade entre nós.

Vocês se lembram do que fizeram no primeiro dia de gravação de Convergente?

Hum, não, porque aqui foi diferente. Em Divergente, o elenco estava todo junto. Em Insurgente e Convergente, as pessoas vêm e vão. Não nos vemos tanto porque não estamos todos aqui ao mesmo tempo.

Gif | Tumblr | Reprodução

E conta pra gente: para você, qual foi a cena mais difícil de ser gravada em Convergente?

Tivemos muitos momentos incríveis! Fizemos uma cena, estava muito calor, na qual tivemos de escalar uma montanha só com os equipamentos de escalada mesmo, sem as proteções de um set de filmagem. Deu medo, mas foi bem empolgante!

Você se lembra do seu primeiro dia na série em comparação a agora?

Sim, é muito diferente! Quando encontramos Tris pela primeira vez, ela é bastante vulnerável e se empodera pela primeira vez ao tomar sua própria decisão, sem se prender ao que sua família achava. Agora ela é uma sobrevivente, está por si. Não tem ninguém para apoiá-la, a não ser Quatro, mas neste filme eles estão meio separados. Ela é seu próprio pilar.

Revista Atrevida | Edição 259