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Para comemorar o Dia da Mulher, Emma Watson decidiu espalhar livros sobre feminismo pelo mundo. Olha só!

No Dia da Mulher, Emma Watson espalha livros sobre feminismo pelo mundo

Fotos: Reprodução | Instagram

Fala sério: a Emma Watson é a famosa mais girl power que você respeita! Na última quarta-feira, 8, no Dia Internacional da Mulher, a fofa decidiu fazer uma ação linda e muito empoderadora. A atriz e embaixadora da ONU Mulheres selecionou vários livros incríveis sobre feminismo para espalhar por cidades ao redor do mundo! Demais, né?

Os livros Persépolis, de Marjane Satrapi, My Life on the Road, de Gloria Steinem, Como Ser Mulher, de Caitlin Moran e Mom & Me & Mom, de Maya Angelou foram espalhados pelas seguintes cidades: Londres, Berlim, Dubai e Auckland e em Auckland, na Nova Zelândia. Ah detalhe importante: cada livro veio uma dedicatória superfofa da Emma! 

📚👀 @booksontheunderground @oursharedshelf #Mom&Me&Mom

Uma publicação compartilhada por Emma Watson (@emmawatson) em Nov 1, 2016 às 2:40 PDT

@oursharedshelf's March & April book is #WomenWhoRunWiththeWolves by Clarissa Pinkola Estes 📚

Uma publicação compartilhada por Emma Watson (@emmawatson) em Fev 28, 2017 às 12:20 PST

@oursharedshelf's Nov & Dec book is #Mom&Me&Mom by Maya Angelou

Uma publicação compartilhada por Emma Watson (@emmawatson) em Out 31, 2016 às 7:55 PDT

 

Como não amar, né?

Ser garota é uma delícia, mas, fala sério, não é nada fácil! Por isso, listamos 10 dicas inacrês para você exercer todo o seu girl power em 2017. Comece já!

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Em entrevista exclusiva para a Atrê, as atrizes Bruna Hamú e Isabella Santoni contam como superaram inseguranças na adolescência. Confira!

Bruna Hamú e Isabella Santoni contam como superaram inseguranças na adolescência

Foto: Reprodução | Instagram

Quem vê Bruna Hamú e Isabella Santoni arrasando como as personagens Camila e Letícia na novela A Lei do Amor, mal consegue imaginar que nem sempre elas foram assim, superconfiantes. As atrizes eram cheias de encanação com a aparência, como qualquer adolescente, mas conseguiram dar a volta por cima. Vem ver como elas superaram as inseguranças e como você também pode fazer as pazes consigo mesma!

Cheias de neuras

Eu encanava muito comigo. Acho que diz respeito à fase, né? Muitas transformações e os hormônios estão gritando [risos]. O cabelo muda, a pele muda, o corpo muda... Tive bastante espinhas e isso me incomodava bastante. Eu era muito magra também!” (Bruna Hamú)

 

Eu encanava, normal, a gente nunca está satisfeita com o que tem. Era cismada com o meu cabelo, passava chapinha todo santo dia, mesmo sem precisar!” (Isabella Santoni)

Elas superaram!

Para me sentir melhor, cuidei da pele. Passei a ir ao médico e tomar os remédios que ele indicava. Nunca mais tive espinhas e meu corpo foi se transformando conforme a idade, eu fui crescendo, me tornando mulher e meu corpo foi evoluindo também. Superei a fase com as transformações naturais do tempo.” (Bruna)

Superei com o tempo. Você vai crescendo e vê que é uma grande besteira querer mudar o que tem. Aprendi a achar o meu cabelo bonito e curti-lo natural. Depois passei a fazer cachos nele.” (Isabella)

Supere você também

Cada um é cada um, com seus problemas individuais. Não necessariamente temos os mesmos problemas, mas independentemente disso, sempre passa... Costumo dizer que tudo na vida passa. Cabe a nós saber lidar e o que vamos fazer com isso futuramente. Todas temos inseguranças na adolescência, creio que elas são importantes pra formação e personalidade. Acho que não tem um segredo. A feliz notícia é que você não está sozinha, todas passamos por isso!” (Bruna)

 “Somos seres diferentes e as situações refletem de formas distintas. O melhor é saber que tudo passa. Não sei se tenho uma dica boa, mas é o que disse do meu cabelo, temos de aprender a nos amar e enxergar a beleza na gente!” (Isabella)

Você já ouviu falar em sororidade? Conheça o conceito que está atraindo cada vez mais meninas e mulheres Brasil afora e comece agora a colocar essa ideia em prática!

Por Clariana Zanutto

Sororidade: saiba como colocar o movimento girl power em prática 

Foto: Shutterstock

Há cerca de um ano e meio, quando a jornalista gaúcha Babi Souza, de 26 anos, estava voltando do trabalho para sua casa – ela trabalhava em uma agência bem longe e tinha de pegar dois ônibus para chegar –, percebeu que, quando desceu do primeiro ônibus e teria de atravessar uma praça para pegar o segundo, estava com muito medo pelo simples fato de ser mulher. Analisou a situação e chegou à conclusão de que as mulheres que estavam no ônibus e também teriam de atravessar a mesma praça, não estavam mais à sua volta, mas provavelmente também estavam sentindo o mesmo medo. Foi aí que pensou: “Bah, por que nós não fomos juntas? Por que não me colei em uma delas para irmos juntas, já que o nosso medo é igual, e essas mulheres, com certeza, têm menos medo de mulheres do que de homens na rua?”.

Depois desse clique, ela pediu para uma amiga criar uma imagem explicando a ideia e compartilhou em seu perfil pessoal do Facebook no dia 30 de julho de 2015. O que aconteceu? “Bombou demais, demais, demais, tanto que uma hora depois eu me senti meio que obrigada a criar a página Vamos Juntas. Aí foi outro boom, em 24 horas tinha 5 mil curtidas; em 48 horas, tinha 10 mil. Acabei pedindo demissão, porque sentia que precisava tocar o Vamos Juntas, ele não podia acabar, tinha muitas mulheres precisando dele, e se continuasse trabalhando na agência, não ia conseguir.”

Depois, Babi abriu a sua própria agência, a Bertha Comunicação, uma agência que faz comunicação para marcas de mulheres, e ganhou nome inspirado em Bertha Lutz, uma bióloga brasileira que foi uma das figuras mais significativas do feminismo e da educação no Brasil do século XX. O projeto cresceu tanto que, no início deste ano, ela lançou o livro Vamos Juntas (Editora Record), e também pretende lançar um aplicativo, que já está sendo desenvolvido.

É com o Vamos Juntas que Babi dissemina por todos os lados a ideia de sororidade, ou seja, de irmandade entre mulheres. “Existe a fraternidade, que é a irmandade entre homens, e a sororidade, a irmandade entre mulheres. Nós, mulheres, não precisamos ser rivais como fomos ensinadas. Muitas ainda não perceberam, mas fomos ensinadas a nos odiar e a sororidade é essa ideia de que a gente não precisa disso, de que a gente pode formar uma aliança entre nós”, diz a girl.

Quer entender melhor o assunto? Na #Atrê268 você confere uma matéria incrível sobre sororidade e ainda fica por dentro de dicas para colocar essa ideia em prática. Quer ver? Então, corra para as bancas ou garanta a sua revista pelo site → https://goo.gl/iLjGkb 

Após passar por situação tensa, Ariana Grande faz discurso empoderador no Twitter. Vem ver!

Ariana Grande faz discurso empoderador no Twitter

Foto: Reprodução | Instagram

Fala sério: ninguém merece passar por uma situação de machismo. Muitas vezes, não sabemos como agir e ficamos até constrangidas com o ocorrido. Quem passou por uma situação nada legal na última quarta-feira, 28, foi a Ariana Grande, que foi abordada por um fã de seu namorado, Mac Miller, de um jeito muito desagradável. A girl fez questão de postar um textão empoderador no Twitter para mostrar  sua insatisfação com a atitude do fã. 

Enquanto ela e o boy estavam indo para o carro após um passeio, um rapaz abordou o casal para delacrar sua admiração por Mac. Ari contou que achou a atitude fofa, porém, foi surpreendida por um comentário desrespeitoso. "Eu achei a situação fofa até que ele começou a dizer ‘A Ariana é sexy pra caramba, cara! Dá para ver porque você está pegando ela”, disse. WHAAAAT? 

A cantora continuou a reflexão dizendo que se sentiu com um objeto e que ficou muito triste ao notar que muitos jovens ainda compartilham esse tipo de pensamento. "Pode não parecer grande coisa para alguns de vocês, mas eu me senti mal e objetificada. Eu estava sentada ali quando ele falou isso. Estou me sentindo mal e bem quieta desde então. Coisas assim acontecem o tempo todo, e são os tipos de momentos que contribuem para que as mulheres se sintam amedrontadas e inadequadas". 

A girl continou o discurso girl power com mensagens de incentivo para que mulheres não fiquem caladas e não tenham medo de expressar como se sentem nessas situações. "Precisamos falar sobre o que nos deixa desconfortável, pois se não o fizermos, isso vai continuar. Não somos objetos ou prêmios. Somos RAINHAS".

 

Ari, você arrasou! Estamos juntas nessa, miga! 

Em parceria com a DC Comics, Fifth Harmony lança clipe de Thay’s My Girl com super heroínas

Fifth Harmony lança clipe de Thay’s My Girl com super heroínas

Foto: Reproodução | Instagram

As meninas da Fifth Harmony não cansam de lacrar! Na última quarta-feira, 28, a girl band lançou uma animação da música Thay’s My Girl em parceria com a DC Comics para divulgar a temporada do desenho DC Super Hero Girls. 

No clipe, podemos ver Mulher Maravilha, Supergirl, Batgirl, Harley Quinn, Bumblebee, Katana e Hera Venenosa derrotando os vilões e salvando o mundo. Segundo a DC, a música da 5H é perfeita para idealizar esse projeto. “Com suas amigas ao seu lado, você pode tudo. A DC Super Hero Girls dá mais ênfase para a importância das amizades se unindo ao grupo pop Fifth Harmony em seu hino feminista That’s My Girl", diz a nota. 

Assista: 

Ficou muito girl power, não é mesmo?! 

Que tal montar uma playlist girl power? Vem ver as melhores músicas que selecionamos para você se inspirar

7 frases de músicas girl power para você se inspirar 

Foto: Divulgação

Já parou para prestar atenção nas frases das músicas que você mais ama? Não?! As divas falam muito mais sobre girl power do que você imagina. Para provar isso, selecionamos os melhorestrechos dos hits para você se inspirar e compartilhar poder por aí! 

#1 "Essa sou eu, sou confiante. Não quero seus elogios. Use seu bom senso, sou Michelle Obama". Bo$$, Fifth Harmony 



#2 "Moças em todo o mundo, escutem: estamos à procura de recrutas. Se você estiver comigo, deixe-me ver suas mãos. Levante-se e faça a saudação, ponham seus saltos assassinos, sapatilhas, bombas ou calcem até suas botas representando todas as mulheres. Saudação!". Salute, Little Mix. 



#3 "Essa vai para todas as mulheres que estão conseguindo alcançar seus objetivos. Para todos os homens que respeitam o que eu faço. Por favor, aceite meu brilho". Run The World (Girls), Beyoncé. 



#4 "Eu tenho o olho do tigre, de uma lutadora dançando no fogo. Porque sou uma campeã e você vai me ouvir rugir, mais alto, mais alto do que um leão". Roar, Katy Perry. 



#5 "Então você diz que sou complicada, mas você estava me subestimando. O que há de errado em ser, o que há de errado em ser, o que há de errado em ser confiante?". Confident, Demi Lovato. 



#6Não tem nada de errado em amar quem você é. Eu sou linda do meu jeito. Erga a cabeça, menina, você ainda vai longe". Born This Way, Lady Gaga.

#7 "Quem disse? Quem disse que você não é perfeita? Quem disse que você não vale a pena? Confie em mim, esse é o preço da beleza. Quem disse que você não é linda? Quem disse que você não é bonita?" Who Says, Selena Gomez. 

Paola Antonini precisou lidar com uma barra pesada ainda superjovem. Mas ela não se entregou, não. Hoje, ela dá aula de autoestima, confiança e superação!

Conheça a história de superação da Paola Antonini

Foto: Reprodução | Instagram

Ei, você, pense rápido: quantas vezes já reclamou hoje? Pode ser do cabelo que acordou com vida própria, da chuva que resolveu cair lá fora ou até mesmo daquela prova chata no colégio. Não tem jeito, quando a gente pega para reparar, já reclamou mais do que agradeceu. E olha que você deve ter um montão de motivos para se sentir grata. Duvida? Pare e pense na sua família que é incrível, em tudo o que tem, nas suas BFFs que estão sempre ao seu lado... E olha que isso é só o começo! Mas se mesmo assim você insiste em deixar a bad dominá-la, vem cá ver a a história de superação da Paola Antonini para inspirá-la a deixar o desânimo de lado. 

Pura gratidão

Não eram nem seis horas da manhã do dia 27 de dezembro de 2014 e Paola Antonini, 21 anos, já estava de pé. Ela estava indo viajar com o namorado para Búzios (RJ) para o réveillon. Na hora de pôr as malas no porta-malas do carro, ouviu um barulho e sentiu uma dor inimaginável na perna esquerda: um carro dirigido por uma motorista alcoolizada atingiu a Paola e esmagou a perna dela. Depois de 14 horas (!!!) de cirurgia, Paola teve a perna cortada na altura da canela. Duas semanas depois recebeu a notícia de que teria que ampliar a amputação, com um corte acima do joelho. Mas ela não chorou. Também não ficou triste. Na verdade, ela agradeceu. “Eu poderia ter morrido no acidente. Por isso, não me senti no direito de reclamar”, conta.

Paola teve de reaprender a andar, o que não é nada fácil quando você perde o eixo de equilíbrio. “Foi difícil usar a prótese, ela era pesada e eu sentia muita dor. Mas, ainda assim, me recusava a tirá-la, porque queria aprender a andar logo”, diz. A persistência deu certo e, hoje, Paola não só anda, como sobe e desce escadas e também dança. “Agora estou doida para correr. Estou esperando a minha prótese de corrida chegar porque, com a atual, não consigo”, conta.

Superconfiante com o novo corpo, Paola sai para todo lugar de shorts, saia e vestido – é só olhar o Instagram dela (@paola_antonini) para ver do que estamos falando. O acidente a fez valorizar mais a vida e menos a aparência. Desde então, ela tem passado esta mensagem para milhares de garotas que são suas seguidoras nas redes sociais. “Recebo muitas mensagens de meninas que voltaram a usar biquíni depois de anos se escondendo por uma cicatriz ou por não estarem contentes com o próprio corpo. Fico emocionada por poder mudar a vida dos outros para melhor e mostrar que, às vezes, os nossos problemas não são tão grandes assim”, diz. É ou não é uma it girl real? Já somos total #teamPaola!

Bora parar de reclamar e se inspirar em histórias de 3 garotas que venceram o câncer? Vem ver

3 histórias de garotas que venceram o câncer 

Ana Carolina Freitas, 16 anos

Carol, que mora em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, descobriu o câncer após estranhar as dores que sentia no ombro direito. Mas, como sempre tocou violão e outros instrumentos na banda da escola, achou que fosse apenas uma dor muscular. Isso até o braço dela começar a inchar... “Fiz um raio-X e o médico viu um tumor. Depois, fui a um hospital em Porto Alegre, onde realizei mais exames. Foi aí que me disseram que era maligno”, diz Carol, que tinha 14 anos na época.

Calma que isso ainda não é o pior. “Também me disseram que o único tratamento possível era amputar o braço e fazer muita quimioterapia”, lembra Carol, que já estava internada quando uma médica sugeriu que ela fosse até o GRAAC, pois lá eles poderiam oferecer um tratamento mais adequado. Depois desse toque, a adolescente e a família não pensaram duas vezes: viajaram até São Paulo, atrás de novas soluções. “Cheguei ao GRAAC e vi crianças com câncer sorrindo. Os profissionais também eram diferentes e estavam prontos para nos atender, nos mostrar que o câncer tem tratamento se encararmos com determinação”, conta.

Aos poucos, ela foi percebendo que era possível ter uma vida normal. “Procurava não viver apenas do câncer, aproveitava meu tempo em São Paulo para passear, conhecer lugares epessoas novas”, comenta. Ela também não precisou parar os estudos, pois o hospital tem uma equipe de professores preparada para atender pacientes de todas as idades, para que eles não percam o ano escolar. Além disso, a amizade com Thulyo, um garoto em tratamento de leucemia, fez a diferença. “A amizade dele me ajudou a ficar pra cima. Ele me apoiava em todos os momentos”, conta.



Adany Jesus dos Santos, 18 anos


Uma das dificuldades deenfrentar o câncer são os efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia, como a perda dos cabelos, o enjoo, emagrecimento, enfim, coisas que podem balançar a autoestima. Adany, que é do ABC Paulista, descobriu que tinha linfoma de Hodgkin, um câncer no sistema linfático, aos 16 anos. “Meu pescoço começou a inchar, mas os médicos diziam que era agarganta. Depois, comeceia sentir dor na barriga e eles diziam que era infecção de urina”, lembra. Ainda com o pescoço inchado e muitador, ela ficou internada por 16 dias, até que os especialistas fecharam o diagnóstico.

Ela também fez tratamento por um ano no GRAAC e ainda retirou o baço. “No começo, dei graças a Deus que os médicos descobriram o que tinha. Mal sabia o que ainda teria de enfrentar”, conta Adany. Com a doença em estágio avançado e dores pelo corpo, ela fez quimioterapia por seis meses. “Sentia enjoo, vomitava, não conseguia sentir cheiro de nada”, diz. Além disso, seu cabelo começou a quebrar e ela precisou cortar curtinho.

Quando saía na rua, Adany precisava usar uma máscara para proteger-sede infecções e chegou a passar por situações chatas. Ela contou que, no início do tratamento, pensava no cabelo, mas logo se deu conta de que não adiantava nada ter fios lindos e longos sem ter saúde. “Me acostumei com ele curtinho, comecei a me maquiar, passar batom e já saía de casa me sentindo muito melhor”, garante.

Luana Lemos, 14 anos

A Luana, sofreu bastante com os enjoos, perdeu 10 kg, além dos cabelos. Não tinha apetite e vomitava até quando bebia água. “No início, perdi toda a minha vaidade. Mas, quando consegui colocar um sorriso no rosto, passei a me cuidar de novo, como se nada tivesse acontecido”, diz. Hoje, a Luana mora em São Paulo e vai ao hospital uma vez a cada dois meses, para fazer a manutenção do tratamento. Como ela não teve metástases – quando aparecem outros focos de câncer e ele se espalha pelo corpo – não precisa tomar remédios em casa.

Já a Carol voltou para o Rio Grande depois do tratamento e até chegou a participar de um desfile de moda para arrecadar fundos com o objetivo de ajudar o hospital local. Continua a quimioterapia por via oral em baixas doses, e vai ao GRAACC pelo menos uma vez ao mês. Adany precisa tomar injeções mensais para se proteger de possíveis problemas, já que não tem mais o baço, responsável por auxiliar o organismo no combate a infecções. Ela toma os medicamentos na farmácia perto de casa e só vai ao GRACC uma vez a cada três meses.

A gente, por aqui, fica torcendo para que elas se recuperem cada vez mais rápido, e para que exemplos como esses continuem ajudando a tornar melhor a vida de muitas outras adolescentes. Afinal, se elas venceram o câncer com força, coragem e muita autoestima, todo mundo consegue, não é mesmo?

Confira um vídeo incrível sobre a campanha de 25 anos do GRAACC “Juntos vamos sonhar e ir muito mais além”: 

Vem ver a campanha de empoderamento que está lacrando com o hit das Spice Girls

Hit das Spice Girls é tema para campanha de empoderamento

Foto: Reprodução | Youtube

Você sabia que a ONU (Organizações das Nações Unidas) estipulou 17 metas para transformar o mundo e um lugar melhor. Um desses objetivos visa a igualdade entre homens e mulheres. Incrível, né?! 

Para promover o fim da violência contra a mulher e incentivar todas as #girlspower a falarem o que realmente pensam, a organização The Global Goals criou uma campanha de empoderamento chamada #WhatIReallyReallyWant (O que eu realmente realmente quero).

Para divulgar o movimento, a organização fez um clipe inacrê com a música Wannabe das Spice Girls. Durante o vídeo, podemos ver frases reivindicando o fim do casamento infantil, melhor educação para meninas e salários iguais para homens e mulheres.

Para participar do movimento, você só precisa publicar fotos com a hashtag #WhatIReallyReallyWant, que todas as imagens  serão transmitidas para os representantes de diversos países na ONU. 



Adoramos o clipe, o movimento...tudo! Partiu dizer #WhatIReallyReallyWant? 

Até as celebs que amamos já tiveram momentos de insegurança com o próprio corpo. Hoje, elas esbanjam confiança e nos ensinam várias lições incríveis!

Celebs que aprenderam a amar o próprio corpo

Foto: Reprodução | Instagram

"Meu cabelo está estranho...", “será que estou gorda?”, “por que sou magra?”... Toda menina já encanou com algum desses tópicos – incluindo as celebs! Quer saber como cada uma aprendeu a amar o próprio corpo? Vem com a gente!

Demi Lovato

"Esta foto me faz sentir um mix de sentimentos. Me lembro do dia em que vesti essa roupa. Lembro de pedir por spanx [cinta modeladora] para apertar o meu estômago porque me sentia pesada e ‘gorda’. Vendo essa imagem agora dá para notar os ossos dos quadris! Isso me deixa triste porque desperdicei tantos anos da minha vida com vergonha do meu corpo quando eu poderia estar vivendo feliz e saudável, como hoje. Isso REALMENTE mostra o quanto as nossas percepções podem enganar OU nos ensinar a aproveitar a vida”.

O que aprendi com a Demi Lovato:

Foi pelo Insta que a cantora postou esta mensagem para comemorar a recuperação dos distúrbios alimentares e do bullying, provando que é possível – e vale a pena – se manter forte. Como diria a girl: stay strong!

Este post do Instagram da diva mostra que ela sempre foi linda, né?! 

Foto: Reprodução | Instagram

Meghan Trainor

Não tenho beijado garotos em anos! Continuo dizendo que vai valer a pena esperar pelo cara certo. Quando achá-lo vai ser tipo ‘uou! Por isso demorou tanto! Você é incrível!’”, contou para a Seventeen.

O que aprendi com a Meghan:

Meg sambou na cara do garoto que disse que só a levaria para sair se emagrecesse, transformando o fora em All About That Bass e deixando claro que não precisa vestir 38 para arrasar! Alguém tem dúvidas de que esse boy se arrependeu?

A girl está mais confiante do que nunca e arrasa por onde passa! 

Foto: Reprodução | Instagram

Taylor Swift 

As garotas populares não me achavam legal e bonita o suficiente, então elas pararam de falar comigo. Mas essas mesmas garotas reapareceram pedindo para que eu autografasse o CD delas. Foi esquisito, mas vi que não valia apena guardar mágoas”, revelou Tay para a revista People.

O que aprendi com a Taylor:

Dá para acreditar que uma cantora tão popular, que teve a ajuda de mais de 17 amigas para fazer o clipe de Bad Blood, foi excluída por ser “feia”? A loirinha já se sentiu insegura no colégio, quando tinha dentes desalinhados e cabelo com frizz. Mas foi na adolescência que ela pegou todas as dicas para valorizar o seu tipo de fio e viu o corpo de criança mudar, provando que basta ter paciência e se divertir enquanto aprende truques de beleza.

Tay deu a volta por cima e ainda mostrou que não guarda mágoas de ninguém. Arrasou, miga!

Foto: Reprodução | Instagram

Dinah Jane

Todo mundo sabe que sou uma garota grande. Eu costumava a ficar triste com isso, mas por eu ser Polinésia tenho ossos naturalmente largos. Percebi que era como se estivesse com vergonha da minha cultura e precisava parar de me criticar”, disse para a revista Seventeen.

O que aprendi com a Dinah:

Assim como Demi, a girl da Fifth Harmony já passou pela fase de não gostar das próprias curvas por conta do padrão de beleza imposto pela sociedade. Mas Dinah viu que além de ser uma marca da sua descendência, esse tipo de corpo é tão bonito quanto o das passarelas. Como ela disse no Twitter: “posso não ser a mais magrinha, mas continuo sendo a mais fofa”. Inspiração, né?

Dinah aprendeu que não é preciso se "encaixar" em padrões de beleza para se sentir linda

Foto: Reprodução | Instagram

Aprenderam com elas, girls?